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Process ControlUpdated 3 September 2026

Cartas de Controlo

Um gráfico que separa a variação normal de um processo estável de um sinal genuíno, para que as equipas parem de reagir ao ruído. A base para decidir se uma mudança num indicador justifica, de todo, uma ação.

Uma carta de controlo regista uma medição ao longo do tempo em relação a limites calculados a partir do próprio comportamento do processo, distinguindo a variação que um processo estável sempre mostra de um sinal de que algo realmente mudou.

Essa distinção é todo o propósito. Sem ela, as equipas reagem a cada movimento, e reagir à variação normal piora os processos — ajustar um processo estável em resposta ao ruído adiciona variação em vez de a remover. Os limites de controlo vêm dos dados, não da especificação; confundir os dois é o erro mais comum, e um processo pode estar confortavelmente dentro da especificação enquanto está completamente fora de controlo.

Qual o gráfico a utilizar depende dos dados: X-barra e R para valores medidos em subgrupos, valores individuais e amplitude móvel para leituras individuais, gráficos p e c para contagens. Escolher incorretamente produz limites que são simplesmente errados.

Os gráficos são impressos, afixados e nunca mais consultados, o que é a falha silenciosa — um gráfico que ninguém lê é mera decoração. A outra é recalcular os limites após cada turno, o que garante que o gráfico nunca possa mostrar uma mudança.

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Updated3 September 2026
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